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O que é BI (Business Intelligence)?

O que é BI (Business Intelligence)?

Business Intelligence é um conceito ao qual algumas empresas estão prestando cada vez mais atenção. O mundo dos negócios tem enfrentado inúmeras transformações por conta do dinamismo, competitividade e novas ferramentas e/ou canais que existem hoje para que a comunicação e sua atividade aconteçam junto a seus públicos (como o consumidor) ou chamados stakeholders.

É inegável o fato de que tudo isso trouxe desafios.

Ao mesmo tempo, a necessidade de gerir melhor os processos internos, otimizar recursos e esforços, identificar gargalos e promover melhorias visando à obtenção de resultados mais concretos e de melhor aproveitamento de potencial e oportunidades cobra as empresas a agirem de maneira mais planejada e analítica (estratégica).

Hoje em dia, com a tecnologia envolvida em processos de gestão também, tem se tornado comum que os gestores e responsáveis por alguma área da empresa procurem entender melhor o modo como os processos se dão, como tudo acontece em seus ambientes (interno e externo) e, com isso, tenham melhores formas de analisar e tomar decisões.

Nesse contexto, há um conceito que tem sido bastante discutido nas empresas: Business Intelligence, ou BI.

Você já sabe do que ele se trata? Já ouviu falar, mas ainda não entendeu muito bem?

Confira a seguir alguns fatores que pontuamos e fique por dentro do que se trata esse contexto:

O que é Business Intelligence?

Mais conhecido como BI, Business Intelligence ou Inteligência de Negócios, o conceito segue essa ideia: agregar maior inteligência aos processos, à gestão e à tomada de decisões.

E isso pode impactar diferentes setores, até mesmo os mais operacionais.

Para isso, parte do pressuposto de que é necessário conhecer a fundo e ter informações apuradas e precisas a respeito do que se passa na empresa e de seus principais indicadores.

Considera, portanto, mais de um cenário ou integra essa análise para melhor aprofundamento e visão mais “completa”. Ou seja, enxerga a empresa mais como “sistema” e não resultados e números de algumas áreas isoladamente.

A princípio, pensar que trabalhar com KPIs diversos (não só na área de marketing, mas, também, possivelmente em outras áreas como recursos humanos e produção) já faz esse trabalho pode parecer o suficiente.

Na verdade, em muitos casos isso realmente pode fornecer bons “subsídios” para que o trabalho seja realizado de boa maneira.

É recomendável monitorar todas as ações, sempre que possível, para ter maior noção do quanto elas estão repercutindo de sucesso ou falhando.

No entanto, BI compreende um passo mais complexo, em que pode haver integração de sistemas para que haja maior nível de compreensão dos fatores envolvidos em determinado indicador que a empresa apresenta.

Ação mais certeira baseada nas informações corretas

Trata-se não só de “ter a informação” (por exemplo, da performance), mas também de saber como ela se relaciona com as demais áreas da empresa e utilizá-la corretamente. O quanto ela impacta e é impactada, por exemplo, por outros fatores para enxergar melhor direcionamento “global”.

Em partes e certa medida isso pode consistir em muitas vezes possivelmente integrar ou “cruzar” essa informação com outra para obter importantes análises de cenários interligados, auxiliando a empresa a enxergar pontos que sozinha, mesmo tendo dados, talvez não conseguisse interpretar com a mesma precisão.

Existem, para isso, ferramentas que podem auxiliar na gestão das informações e processamento, a fim de que estejam preparadas para “uso” em determinada conjuntura do negócio.

É o caso de alguns sistemas, muitas vezes integrados a CRMs (recursos de gerenciamento de relacionamento com o cliente) ou ERPs (softwares que auxiliam na gestão) ou ferramentas de análise.

Dependendo do tipo de ferramenta de BI utilizada, é possível visualizar as informações em dashboards organizados por área, por exemplo, ou extrair relatórios úteis a diversos setores e correspondentes a diferentes departamentos também: financeiro, comercial, de vendas e assim por diante.

Trazendo as informações de forma estruturada e clara, podem facilitar bastante algumas tarefas em relação a um acompanhamento manual como em planilhas, por exemplo, além de ensejarem menor ocorrência de erros e equívocos nos levantamentos e análise desses dados.

Ou seja, a confiabilidade é outro fator bastante relevante na hora de considerar alguns processos de BI como apoio para ação.

Agir com base em dados

Como responsável por um determinado departamento, como o de marketing, por exemplo, você deve saber que não se pode agir com base em “achismos”, mas sim que, qualquer decisão na área de negócios, exige conhecimento e respaldo para que tenha chances de realmente dar certo.

Caso contrário, diversas ações escolhidas podem representar apenas custo e não investimento (ou seja, não darem retorno de fato – veja aqui, inclusive, por que isso pode acontecer).

A experiência, aliás, aponta que empresas que tomam decisões baseadas em dados podem chegar a aumentar os lucros.

Existe, até mesmo, o chamado “self-service de BI”, que é um meio de configurar o recurso disponível para que a empresa possa utilizar a informação e as análises e ou relatórios como se fosse em um sistema assim, de “self-service”… ela utiliza conforme precisa, de acordo com sua demanda, necessidade e contexto.

Levando-se em consideração que cada empresa tem suas particularidades e especificidades, esse é o fator que vai determinar como o BI de fato vai funcionar em cada empresa.

Dentro de BI, logo, podem existir diversos tipos de ferramentas, sistemas e recursos para auxiliar no trabalho de gerenciamento e cabe a cada empresa analisar e decidir se e qual o mais apropriado para ela, dentre diversas funcionalidades também em cada um.

Conclusão

Business Intelligence, em geral, representa uma forma de tentar agregar mais inteligência e potencial estratégico às empresas, na medida em que propõe que elas tenham mais apoio para avaliar dados que amparem a gestão e melhorar a tomada de decisões.

A área de marketing e a área comercial são umas das que, junto à alta gestão, mais se beneficiam de processos que priorizem a tomada de decisão com base no devido conhecimento e análise do cenário em que a empresa está inserida, a fim de potencializar os resultados.

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