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O que é design thinking? Saiba tudo sobre esse conceito inovador!

O que é design thinking?

Vez ou outra alguma “buzzword” – como é chamado um novo termo que chama atenção no universo dos negócios – ganha espaço no mundo corporativo e faz as empresas questionarem alguns processos.

Nesse contexto, design thinking é um deles e representa um conceito que busca, a princípio, entender e organizar uma série de processos para poder adequar estratégias, produtos e até mesmo atendimento para otimizar toda a atuação da empresa.

Com isso também visa incentivar a criatividade – o que pode influenciar inclusive na produtividade dos funcionários, no encontro de soluções novas para problemas e até mesmo insights para lançar novos produtos.

Em outras palavras, entregar maior valor e melhor experiência aos clientes. E, consequentemente, aumentar e potencializar resultados com isso.

Para entender melhor como o conceito design thinking se insere nesse sentido, veja a seguir alguns pontos sobre ele:

Afinal, o que é Design Thinking?

Ao pé da letra, “design thinking” seria algo como “pensamento do design” e, por mais estranho que pareça, faz sentido na medida em que se relaciona a um processo similar.

Se oriundo do design, mas ganhando espaço em outras esferas, esse termo seria uma alusão a pensar na melhor forma de adaptar a apresentação de um produto, por exemplo, para melhor atender e agradar ao público-alvo.

Só que isso nem sempre se limita a questão de produtos aos usuários finais em si, mas em tudo o que pode refletir melhorias nesse quesito também.

Apenas para você entender, vamos partir de um ponto de “comparação”.

Pense numa embalagem, no design de um produto ou qualquer coisa assim: a equipe responsável por esse desenvolvimento deve pensar não só no sentido atrativo do visual que ele irá receber, mas também da harmonização de todos os elementos inclusive para que, no desenho, ele seja mais “funcional”, mais “prático”, mais adaptável às necessidades e demandas existentes.

Na gestão e em uma série de outros processos pode acontecer de forma parecida. Ainda que estejamos falando de processos internos ou de processos de gestão, ter essa preocupação é igualmente importante.

Design thinking, em suma, então, se refere a pensar de forma criativa. Não só em situações que envolvam design, embora a palavra carregue esse sentido.

Como pode ser aplicado em uma empresa?

Sendo tratado como parte da cultura, o design thinking não precisa de uma equipe muito grande para encontrar espaço no dia a dia de se fazer, pensar e conduzir negócios.

Mesmo empresas pequenas podem se beneficiar desse conceito, caso tenham abertura para pensar dessa maneira proativa a respeito das questões.

Vamos abordar, por exemplo, o marketing: essa área, como bem sabido, tem a árdua e intensa tarefa de constantemente monitorar e gerenciar (a performance de) produtos e serviços para adaptá-los e aproximá-los mais da preferência de seus clientes, bem como de seus possíveis novos consumidores.

Podendo estar unido a uma ferramenta de inteligência de negócios, por exemplo, o conceito ajuda as empresas a instituírem (adotarem) novas formas de analisar as informações que são coletadas.

Sejam elas por meio dos processos de negócio, interações com o público, levantamentos financeiros, de produtividade e desempenho (veja aqui sobre KPIs no marketing digital), todas podem, assim, auxiliar nessa visão.

E nortear algumas ações.

Maior competitividade

Dados estruturados, gráficos, relatórios de negócio ou por áreas, por exemplo, podem mostrar onde estão os problemas e sucessos e, com isso, apontar novos caminhos para que a equipe ou o responsável pela área, mesmo que sozinho, consiga propor novas maneiras de gerenciar o cenário.

Por isso, autoconhecimento (o que a empresa tem de potencial, recursos de produção ou atendimento que domina, e o que pode oferecer ao seu público), conhecimento do público que você atende (seu perfil, suas preferências, necessidades, tendências de consumo) e também sondagem de potenciais novos consumidores (leads) unido a processos organizados e gestão estruturada, com cultura participativa, pode incentivar maior potencial criativo e de resolução de impasses.

Por isso, há naturalmente e sempre terá o aspecto cultural com muito peso.

Ter uma cultura interna que permita e estimule troca de ideias, informações, discussões, percepções e apresentação de novas ideias, como brainstormings, pode fazer uma grande diferença.

Explorar o potencial criativo de seus colaboradores subordinados, caso os tenha, e simultaneamente ter um bom fluxo de comunicação com a gestão, a fim de propor novos caminhos e ter investimento adequado pode permitir que a empresa chegue muito mais longe em seu alcance e sucesso de mercado.

Conclusão

Com a competitividade (e como é natural no universo corporativo) a necessidade de se pensar em novas formas não só de atender o consumidor, mas também de atender a empresa naquilo que ela precisa para ser mais eficiente, mais produtiva, criativa e “saudável”, surge no cenário de mercado e de negócios.

Design thinking, nesse sentido, representa uma maneira de pensar de forma inovadora sobre a melhor forma de gerenciar, utilizar recursos, lançar ações competitivas no mercado e assim por diante.

Também auxilia na organização de questões internas que refletem em bom atendimento e serviços.

Ainda que não exatamente tenha uma definição fechada, podendo, a depender da empresa, do contexto, da equipe e do momento de negócio vivenciado, reunir diferentes métodos, o processo criativo na tomada de decisões para solucionar problemas e o pensar nesse sentido podem alavancar resultados e integrar melhor as equipes.

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